Uma tragédia marcada pela brutalidade abalou o município de Manacapuru, no interior do Amazonas. Um homem, cuja identidade ainda não foi divulgada, foi resgatado após ser submetido a atos de violência extrema no Beco da Estremar, uma área remota e de difícil acesso. Apesar dos esforços do grupo que tentou salvá-lo, o agressor, identificado apenas como “Capeta”, retornou ao local e concluiu o ataque enquanto a vítima ainda estava imobilizada em uma maca.
A cena foi parcialmente registrada em um vídeo divulgado nas redes sociais. Nas imagens, a vítima aparece gravemente ferida, com pulsos dilacerados, dentes arrancados, além de marcas de espancamento, esfaqueamento e abuso sexual.
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Uma mulher que integrava o grupo de resgate narra, em tom de horror, os ferimentos do homem enquanto tentam retirá-lo do local. Durante o percurso pelo barranco, “Capeta” reapareceu armado com um estilhaço de vidro e desferiu novos golpes contra o homem já debilitado.
O resgate foi interrompido pelo ataque repentino, causando pânico entre os presentes. A mulher que filmava foi repreendida por um colega: “Para de filmar!”, enquanto os agressores dispersavam o grupo de resgate.
Investigações em curso
A Polícia Civil do Amazonas (PCAM) abriu investigação para apurar o caso e busca localizar “Capeta”, que fugiu após o ataque. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre o estado de saúde da vítima ou se houve registro de óbito.
Os moradores da região relataram que o Beco da Estremar é conhecido pela alta incidência de crimes violentos e tráfico de drogas, o que dificulta a atuação policial. A falta de segurança e infraestrutura adequada agrava a situação, tornando a área praticamente inacessível para veículos de resgate.
Repercussão e pedidos de justiça
O vídeo, amplamente compartilhado nas redes sociais, gerou revolta e comoção. Internautas cobram respostas das autoridades locais e pedem maior policiamento em áreas vulneráveis como a do crime.
Especialistas em segurança pública apontam que o caso evidencia a necessidade de políticas mais eficazes para combater a violência em regiões periféricas e garantir suporte às vítimas.
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Foto: Reprodução


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