Apoiado pela Prefeitura de Manaus, o projeto cultural Mandinga Mirim-Festival Pedagógico, Inclusão e Sustentabilidade, realizou, no domingo, 14/6, a primeira oficina do ciclo de atividades denominado “Vem ser Capoeira”, na sede do Instituto Cultural Alforria Mestre Mauricio, localizado no bairro Águas Claras, zona Centro-Oeste da cidade.
A iniciativa é viabilizada por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab), do Ministério da Cultura, com execução da Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura). O projeto foi contemplado pelo Edital nº 007/2026, da categoria afro-brasileira.
“Entendemos que a cultura pode transformar a vida das pessoas. Assim sendo, nós utilizamos todos os meios possíveis para que a democratização do acesso aos fomentos culturais seja plena e transparente. É gratificante quando a gente trabalha e vê o resultado positivo em ação, como esse pessoal do Instituto Alforria, que reúne pessoas de todos os matizes profissionais, idades e gêneros na busca de qualidade de vida, por meio da capoeira”, enfatizou a presidente do Concultura, Janayna Vasconcelos.
A oficina marcou o início das ações pedagógicas do projeto que busca promover a valorização da cultura afro-brasileira, a inclusão social e a conscientização ambiental por meio da prática da capoeira. A programação reuniu crianças, adolescentes e familiares em um ambiente de aprendizado, integração e fortalecimento da identidade cultural.
“Quero agradecer ao prefeito Renato Junior, à Janayna Vasconcelos, pelo apoio prestado nesse processo em que nós fomos contemplados na Pnab 2026. Gostaria de dar um recado aos agentes culturais, fazedores de cultura para aproveitar a inscrição até o dia 18 de junho para o ‘Pontos de Cultura’ da cidade”, disse Rafael Ferreira, conhecido como “Mestre Sorriso”.
A organização da atividade esteve sob a coordenação do “Mestre Sorriso”, com supervisão do “Mestre Mauricio”, responsável pelo Instituto Cultural Alforria. O encontro contou com a participação especial do renomado “Mestre Espiga”, José Roberto Vasconcelos Rodrigues, que compartilhou conhecimentos, experiencias e fundamentos da capoeira com os participantes.
Durante a oficina, foram abordados aspectos históricos, culturais e educativos da capoeira, além de exercícios práticos que estimulam a disciplina e o respeito, a convivência comunitária e o desenvolvimento físico e emocional dos participantes.
Segundo os organizadores, o projeto tem como objetivo ampliar o acesso à cultura e fortalecer a formação cidadã de crianças e jovens, utilizando a capoeira como ferramenta de transformação social.
Texto – Badalo Martins/Concultura
Fotos – Divulgação/Concultura


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