No sábado, 13 de julho, o ex-presidente Donald Trump foi rapidamente retirado do palco após um tiroteio interromper o comício que ele realizava em Butler, Pensilvânia. Trump apresentava manchas de sangue visíveis na orelha enquanto era conduzido pela equipe de segurança.
O promotor do Condado de Butler, Richard Goldinger, informou ao jornal The Washington Post que o atirador e um dos apoiadores de Trump foram mortos. Outros dois participantes do comício estão internados em estado grave, conforme relatado pela CNN americana.
O incidente ocorreu enquanto Trump discursava sobre a situação na fronteira durante o evento de campanha na Pensilvânia, um estado-chave nas eleições americanas. O som dos tiros ecoou pela multidão, levando Trump a colocar a mão na orelha e se jogar no chão, enquanto os apoiadores se abaixavam em pânico. A segurança rapidamente se mobilizou para proteger o ex-presidente.
Após uma breve pausa, Trump levantou-se, cercado por agentes uniformizados do Serviço Secreto. Ele ergueu o punho em um gesto de resistência e foi ovacionado pela multidão enquanto era retirado do palco e conduzido à sua comitiva, que deixou o local rapidamente.
Nas redes sociais, Donald Trump Jr. afirmou que seu pai “nunca vai parar de lutar para salvar a América”, acompanhado de uma foto do ex-presidente sendo retirado do palco. Os possíveis candidatos a vice na chapa de Trump também se manifestaram. Os senadores Doug Burgum (Dakota do Norte), Marco Rubio (Flórida) e JD Vance (Ohio) expressaram suas preocupações e apoio ao líder republicano.
Marco Rubio compartilhou uma foto de Trump sendo escoltado para fora do palco com uma mancha de sangue no rosto, junto com a legenda: “Deus protegeu o Presidente Trump”.
Após a saída de Trump, agentes de segurança escoltaram uma pessoa da arquibancada esquerda do pódio. Steven Cheung, porta-voz de Trump, informou que o ex-presidente está bem e foi examinado em um centro médico local. Cheung agradeceu às autoridades policiais e aos socorristas pela rápida ação durante o “ato hediondo”.
A Casa Branca confirmou que o presidente Joe Biden recebeu um “briefing inicial” sobre o incidente, mas ainda não se pronunciou oficialmente. Líderes do Partido Democrata na Câmara e no Senado expressaram solidariedade a Trump. O senador Chuck Schumer declarou estar “horrorizado” com o ocorrido e aliviado pela segurança de Trump, reiterando que “a violência política não tem lugar em nosso país”. O deputado Hakeem Jeffries enviou seus pensamentos e orações a Trump, agradecendo à polícia por sua ação.
O governador da Pensilvânia, Josh Shapiro, também se manifestou no X, condenando a violência política: “Isso não tem lugar na Pensilvânia ou nos Estados Unidos”.


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