Na última quinta-feira, dia 13 de junho de 2024, a Polícia Militar do Amazonas (PMAM) e o Instituto de Defesa do Consumidor do Amazonas (Procon-AM) realizaram uma operação conjunta que resultou na apreensão de aproximadamente quatro toneladas de alimentos com datas de validade adulteradas em Manaus. Os produtos estavam prestes a serem comercializados novamente, representando um risco à saúde dos consumidores.
Como a Polícia chegou até o suspeito?
Tudo começou com uma denúncia anônima. Os policiais receberam informações de que uma residência no bairro Tarumã, zona oeste de Manaus, estava sendo utilizada como abrigo por suspeitos envolvidos em roubos contra motoristas de aplicativo. Ao se dirigirem ao local, os PMs encontraram um jovem de 19 anos sentado em frente à casa: “Nós vimos um rapaz, juntamente com um carro aberto, e alguns produtos na carroceria do veículo. Ele nos informou que o carro não era dele, e que ele estava apenas reparando o material. A casa estava com o portão aberto, e quando entramos acabamos verificando esse monte de material”, explicou o subtenente L. Júnior, um dos políciais envolvidos na operação.
Ao entrarem na residência, depararam-se com uma grande quantidade de alimentos sem etiquetas informando o prazo de validade. Além disso, alguns produtos apresentavam remarcação de novos prazos, indicando que estavam sendo adulterados para serem redistribuídos e vendidos novamente. “A gente não imagina há quanto tempo estava vencido, e é uma quantidade grande de material. Esse é um prejuízo enorme para quem fosse adquirir ou consumir esses produtos”, informou o subtenente.
Como os alimentos eram adulterados?
Os agentes do Procon-AM identificaram, dentro da residência, os equipamentos e produtos utilizados para a adulteração dos alimentos. O processo envolvia o uso de um solvente para apagar a validade original dos produtos. Em seguida, uma máquina era utilizada para colocar um novo carimbo com uma data de validade falsa, fazendo com que os alimentos parecessem estar dentro do prazo. Essa prática é extremamente perigosa, pois coloca em risco a saúde dos consumidores e prejudica a qualidade dos produtos vendidos no mercado.
Prisão e descarte dos produtos
Todo o material apreendido foi encaminhado para o 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde passou por pesagem. Os fiscais do Procon-AM realizaram o descarte adequado dos itens alimentícios adulterados. Além disso, o jovem de 19 anos, responsável pela residência e pelos produtos, também foi conduzido para o DIP. A ação conjunta entre a Polícia Militar e o Procon-AM visa proteger os consumidores e garantir a qualidade dos alimentos disponíveis no mercado.
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